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Desportivo Paranaense e Operário Pilarzinho fecham parceria para captar e formar novos talentos


Na última quinta-feira, no último dia de janeiro, no estádio Bortolo Gava, as equipes do Operário Pilarzinho e do Desportivo Paranaense formalizaram uma parceria, que tem como objetivos a captação de jovens talentos e uma melhor estrutura na formação de atletas.

#FUTEBOL AMADOR
Por @Yuricasari

Unindo a tradição em revelar talentos do Pilarzinho com a excelência em formação do caçula Desportivo Paranaense, os dois clubes apresentaram na última quinta-feira, 31, no estádio Bortolo Gava, a mais nova parceria do futebol amador de Curitiba. As duas equipes juntaram forças para a criação de um centro de formação de atletas, com o objetivo principal de captar novos talentos na base, e incluem também o futebol feminino neste projeto, com categorias dos 9 aos 17 anos.

A união aconteceu pela necessidade de ambos os clubes de ampliar os horizontes no trabalho de formação. “O Pilarzinho já tinha o interesse de em 2019 transformar a escolinha em um projeto de base. Várias consultas foram feitas inclusive com o Santos-SP. E o Desportivo buscava um parceiro. Uniu o útil ao agradável. Assim, nosso coordenador de futebol Peterson Freitas (também treinador da equipe principal nos últimos anos) iniciou a busca por um parceiro que se encaixava com o nosso pensamento”, explica Leandro Andrade, presidente do Operário Pilarzinho. João Maia, presidente do Desportivo, acredita que a parceria vai facilitar a captação, a formação e o posterior encaminhamento destes atletas dentro do profissionalismo. “Essa parceria com o Pilarzinho veio para ser a iniciação. A gente vai trazer o menino para este centro, captar e desenvolver. O Pilarzinho é um bairro muito bom de atletas, o trabalho do Peterson aqui também é muito forte. Agora vamos dar uma investida em nível de trabalho e de estrutura para que a gente consiga revelar mais craques aí”, afirma.

Vale ressaltar que a parceria não deve interferir na participação das equipes na Suburbana. “Temos projetos diferentes para a equipe principal. Na base é ampliar o calendário para os atletas e dar um upgrade na busca de novas revelações”, afirma Leandro. João Maia complementa dizendo que “é possível que tenhamos algumas mesclas (no juvenil). Dependendo da quantidade de juvenis que tenhamos em cada equipe”. As equipes também descartam a participação no Campeonato Paranaense Feminino deste ano, o que seria uma precipitação, de acordo com o mandatário tricolor. “A nossa metodologia e entendimento do futebol feminino em Curitiba ainda é formar e criar a identificação regional. Disputar uma competição que é profissional da categoria, não podemos queimar esse cartucho. É irreal jogar contra uma equipe profissional e um desembolso enorme que poderia ser destinado a própria estrutura para elas”, analisa Leandro.

Além disso, a responsabilidade social de ambos os clubes se faz presente na formação deste projeto, como explica Maia. “Se boa parte dos clubes amadores tivesse um projeto de escolinha que nem o Peterson tinha, olha o bem que isso faz para a comunidade. Acredito que a região e os atletas do bairro têm muito a ganhar. Tirar o atleta da rua, da violência, movimentar a cabeça da criança não deixando desvirtuar para outras coisas. E temos que mexer com o sonho. Oito a cada dez meninos querem se tornar jogador profissional, e nós temos que alimentar esse sonho, com bom trabalho, boas perspectivas, apresentando condições para que esse menino evolua. Lógico, é difícil chegar ao profissional, mas que pelo menos o garoto cresça com responsabilidade, disciplina e todos os benefícios que o esporte pode trazer”.

drap

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