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[RANKING DRAP] Apesar dos títulos do Iguaçu na última década, Trieste mantém liderança no ranking geral


As equipes de Iguaçu e Trieste dominam o cenário do futebol amador de Curitiba ao comparar com os adversários em relação ao desempenho no histórico geral de todas as competições envolvendo equipes da capital paranaense. O site Do Rico ao Pobre teve acesso as informações de todas as competições federadas - Copinha, Série A, B e C da Suburbana, Taça Paraná e Sul-Brasileiro; e fez essa conta, deixando mais claro colocando no papel, explicando como as equipes de Santa Felicidade ficaram no topo no ranking. Confira a primeira edição do Ranking DRAP.

#ESPECIAL
Por @rafaelbuiar

O ano de 2020 ainda nem começou para as equipes do futebol amador de Curitiba, apenas algumas movimentações nos bastidores e mercado de alguns escretes, que pretendem participar em competições no primeiro semestre, antes de entrar no vulcão de jogos que é o segundo semestre. Por isso, para movimentar ainda mais o cenário do amador de Curitiba, o site Do Rico ao Pobre, ao conseguir todas as informações de todas as competições federadas, propôs a idealizar um ranking histórico das equipes em atividade/ativas do futebol amador de Curitiba. Lembrando que mais de 160 equipes já disputaram a Suburbana, algumas tiveram o seu fim e outras fecharam parceria e criaram um novo time. Sendo assim, diante deste cenário, é visível que as equipes que foram fundadas antes levam vantagem no histórico. Porém, o licenciamento, algo natural em clubes amadores, foi um dos critérios de “punição” no Ranking histórico do DRAP. Confira a tábua e as posições das equipes.

DOMÍNIO DOS ITALIANOS - De 1960 a 1970
A década de 1960 foi mágica para o tricolor da colônia italiana, pois foram conquistados 500 pontos só na Suburbana. A origem desta pontuação aconteceu devido aos títulos da Série A em 1964, 1965, 1968 e 1969. Além dos vices de 1960, 1961, 1962 e 1966. Por outro lado, o alvinegro de Santa Felicidade também não fez feio nesta década, pois conquistou três títulos da Série A - 1962, 1966 e 1967, dois deles diante o rival, Trieste. O galo alvinegro também teve dois vices da Série A, em 1963 e 1969. Desempenho que concedeu 395 pontos no ranking. Ou seja, pelo menos um dos escretes de Santa Felicidade, esteve presente em todas as finais da década de 1960. Ao analisar pela Taça Paraná, que teve o seu início em 1964, o tricolor de Santa Felicidade teve cinco participações na década de 1960, com três conquistas, em 1965, 1966 e 1969, o que elevou a pontuação como o time a ser batido, somando 345 pontos. O Iguaçu teve duas participações na Taça Paraná, 1966 e 1967, que terminou com o vice-campeonato.

Mas a fase boa das duas equipes continuou nas décadas seguintes. Em 1970, a dupla de Santa Felicidade somou 805 pontos juntas, com duas conquistas de Série A do Iguaçu - 1973 e 1977; e três do Trieste - 1972, 1975 e 1976. Sem contar os vices em 1972 e 1979 do alvinegro e 1970, 1974, 1977 e 1978 do Trieste. Devido a isso, a dupla foi quem mais representou Curitiba na Taça Paraná na década, com cinco participações do Trieste e quatro do Iguaçu na década de 1970. Sendo que o Tricolor da Colônia faturou duas vezes - 1970 e 1971; e o alvinegro apenas uma - 1973. A rivalidade passou a diminuir em 1980, quando Ypiranga e Vila Fanny tiveram destaques na cena de Curitiba. Por isso, os números passaram a ficar próximos do primeiro pelotão da época, que teve os times de Ypiranga, Iguaçu, Trieste, Vila Fanny.


NOVAS POTÊNCIAS QUE SURGIRAM NÁ DÉCADA DE 1990
Com o declino da dupla de Santa Felicidade, muito pelo licenciamento do Trieste em três temporadas - 1992, 1997 e 1998; e do Iguaçu em uma - 1993; as demais equipes encontraram a oportunidade de estar no topo. Neste sentido, quem aproveitou mais foi a equipe do Vila Fanny, que conseguiu 425 pontos, com três conquistas de Série A - 1990, 1991 e 1993; junto com três vices - 1992, 1996 e 1998. Mas o destaque do time alvirrubro foram as sete participações no Sul-Brasileiro, que teve quatro conquistas - 1991, 1992, 1993 e 1995, contabilizando 620 pontos.

A outra equipe que ganhou destaque a partir da década de 1990 foi o Combate Barreirinha, que teve o tricampeonato, em 1996, 1997 e 1998, e somou 335 pontos na Suburbana e mais 315 pela Taça Paraná, com três títulos - 1997, 1998 e 1999. A fase continuou na década seguinte na Taça Paraná no lado do Combate, pois foram nove participações no certame estadual. Sendo que três terminaram com títulos - 2000, 2002 e 2005.

A ÚLTIMA DÉCADA - 2010
A equipe do Iguaçu somou o dobro de pontos do segundo colocado, Trieste. Muito devido as cinco finais consecutivas da Suburbana, em que duas terminaram com o título - 2016 e 2017, duas Taça Paraná - 2018 e 2019; e um Sul-Brasileiro em 2019. Por isso, em todos as competições, menos a Copinha, o alvinegro de Santa Felicidade ficou na frente das demais equipes. Além disso, podemos observar que a última década fez presente nove equipes da Série A de 2019 no top 10 e o único intruso foi o Bangú, que mesmo, desde 2016, busca o seu acesso à elite do amador de Curitiba. Mas as conquistas da Copinha colocaram no páreo como a nona equipe da década. Por outro lado, Santa Quitéria e Operário Pilarzinho, que foram campeões na década, evoluíram ao ficar primeiro pelotão do ranking DRAP, com a terceira e quarta posição respectivamente.


Os critérios utilizados no Ranking histórico do DRAP, que contém todas as informações das seis competições organizada pela FPF - Sul Brasileiro, Taça Paraná, Copinha, Série A, B e C da Suburbana; teve seus nivelamento na questão de pontos. Valorizando os certames interestadual e estadual, com as municipais na sequência. Sendo assim, o Sul-Brasileiro é a competição que soma a maior pontuação em relação as demais. O campeão fatura 85 pontos, o vice 60 e só a participação 40 pontos. Na sequência, a Taça Paraná dá 65 pontos para o campeão, 40 para o vice e 30 para quem apenas participou. A Copa de Futebol Amador da Capital, a mais nova competição organizada pela Federação Paranaense de Futebol (FPF), que nesta temporada irá para a sua sétima edição, dá 30 pontos para o campeão, 15 para o vice e 10 para quem participou.

Agora, em âmbito municipal, a Série A da Suburbana dá 40 pontos para o campeão, 30 para o vice, com 20 pontos para quem participou. O diferencial, em relação as outras competições, é que a Liga Municipal teve a questão de descenso, com -15 pontos quem foi rebaixado. A Série B deu 35 pontos para o campeão, 20 para o vice, 10 para quem participou, com 15 para o time promovido e -10 para o rebaixado. Por fim, a Série C, certame que aconteceu em alguns períodos - momento esporádicos; deu 10 pontos para o campeão, 5 para o vice, para quem participou e quem foi promovido.

O outro critério foi em relação ao licenciamento, algo que aconteceu com quase todas as equipes que estão ativas atualmente no futebol amador, inclusive para os escretes do Trieste e Iguaçu. O licenciamento de 1 ano teve a punição de -10, de 2 anos -20, de 3 anos -40 e mais de 3 anos com -80.

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