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Athletico goleia Guaraní do Paraguai e segue invicto nos amistosos pré Libertadores

FOTO: Miguel Locatelli / Athletico
Na noite desta quarta-feira (20), o Athletico Paranaense recebeu no Estádio Joaquim Américo Guimarães o Guaraní, time centenário do Paraguai, para disputar seu segundo amistoso internacional. O primeiro tempo foi determinante para o Furacão mostrar seu futebol e não demorou muito para abrir o placar. No segundo tempo o time até segurou o ímpeto, mas nada o impediu de conquistar a vitória por 3 a 0 e os aplausos da torcida.

#AMISTOSO

PRÉ-JOGO: O Furacão encarava o segundo e último amistoso internacional antes de entrar na fase de grupos da Libertadores da América, no dia 5 de março, contra o Tolima, da Colômbia. O técnico Tiago Nunes já experimentou as peças do time outras duas vezes. A primeira, em um jogo-treino contra o Guarani (SP), quando venceu por 2x1; a segunda foi contra o General Díaz (PAR), em que repetiu o placar. No momento, o Guaraní ocupa a terceira colocação no Campeonato Paraguaio.

PRIMEIRO TEMPO: Não demorou nada para o Athletico demonstrar que confiança era o sentimento que queria passar ao torcedor. Com apenas 3’ de bola rolando, Bruno Guimarães cobrou falta na entrada da área e a bola passou por cima do travessão. Um minuto depois, Marco Ruben inaugurou o placar na Arena e empolgou os donos da casa. As poucas chances que a equipe paraguaia teve depois que tomou o baque não foram bem aproveitadas, mesmo com escanteios cedidos e recuos equivocados por parte dos jogadores athleticanos.

Aos 15’, o rubro negro fez boa jogada pelo meio de campo com Bruno Guimarães, que tocou para Madson e deixou Nikão finalizar, mas Benítez chegou antes e mandou pela linha de fundo. Poucos minutos depois, Nikão teve outra chance dentro da grande de área, mas bateu fraco na bola, que passou lentamente pelo lado esquerdo de Centuríon. Em um movimento “tic-tac”, reconhecido mundialmente por ter sido muito utilizado com Guardiola quando treinava o Barcelona, o Athletico levou todo o primeiro tempo. As jogadas iniciavam com os zagueiros que, sem pressa nenhuma, tocavam entre si, até mandarem aos volantes e laterais, que passavam a bola aos atacantes para que, vez ou outra, conseguissem surpreender o goleiro paraguaio.

Com 29’, seguindo essa metodologia, o Furacão empolgou a torcida de maneira inesperada. Renan Lodi trabalhou pelo lado esquerdo do campo e enxergou Marco Ruben no meio de dois marcadores. O camisa 12 não hesitou e mandou para o centroavante cabecear e ampliar o placar na Arena. O terceiro gol saiu aos 36’ em uma jogada excepcional do rubro negro. Após sair tranquilamente de uma investida do adversário, Madson percorreu o meio de campo e, com mais dois toques, a bola chegou até Rony, que até acertou as redes, mas o bandeira marcou impedimento. O lance anulado foi duvidoso, porém deu mais fôlego para o Athletico finalizar bem a primeira etapa.

FOTO: Miguel Locatelli / Athletico
SEGUNDO TEMPO:  Mesmo com vantagem no placar e um jogo nitidamente mais desenvolto, o Furacão não perdeu tempo no início da etapa complementar. Em menos de 5’, Rony, Renan Lodi e Nikão já haviam finalizado  uma vez cada, o que tranquilizava Tiago Nunes com relação à sua escalação. O técnico do Guaraní, por sua vez, só poupou o goleiro das substituições que lhe eram permitidas. Para ele, a equipe toda deveria ser trocada para tentar uma reação fora de casa. Ao menos até os 20’ do primeiro tempo isso não aconteceu, já que a primeira chegada perigosa do time aconteceu somente aos 19’ em um chute do camisa 13 de fora da grande área.

Nesse meio tempo, o Furacão ia sobrevivendo de toques de bola e passes bem executados, se dando até ao luxo de ousar em passes de letra, chapéus e canetas. Foi quando, aos 25’, aumentou o placar. Marcelo Cirino tinha acabado de entrar no lugar de Marco Ruben, artilheiro do jogo, e o substituiu da melhor maneira que a torcida poderia imaginar: com bola na rede. Quando faltavam cinco minutos para o apito final, o rubro negro teve nova chance com tabela entre Marcelo Cirino, Bruno Guimarães e Léo Cittadini, mas mais uma vez o assistente marcou irregularidade na jogada. Os três homens de frente até fizeram mais algumas tentativas, no entanto, apesar de assustarem o goleiro, não conseguiram balançar as redes mais nenhuma vez.

Nem por isso a torcida se irritou. Pelo contrário, aplaudiu e saiu satisfeita com a atuação do time antes da disputa futebolística mais importante da América. Na Arena da Baixada, 3 a 0 para os donos da casa.

FOTO: Miguel Locatelli / Athletico
OS ESCRETES XXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXX 

ATHLETICO: 1 Santos (Caio); 23 Madson (21 Khellven); 13 Paulo André (22 Léo Pereira); 4 Thiago Heleno (Zé Ivaldo); 12 Renan Lodi (6 Marcio Azevedo); 15 Camacho (5 Wellington); 11 Nikão (28 Jáderson); 8 Tomás Andrade (18 Léo Cittadini); 16 Bruno Guimarães; 7 Rony; 9 Marco Ruben (10 Marcelo Cirino) Téc. Tiago Nunes. 

GUARANÍ: 1 Víctor Centurión; 17 Luis De La Cruz; 2 Alexis Villalba; 18 Cabral; 13 Guillermo Benítez; 8 Jorge Morel; 19 Claudio Aquino; 6 Jorge Mendoza; 7 Gamarra. 21 Ricardo Clark; 30 Ortigoza. Téc. Luis Fernandéz.

Reservas que entraram no 2º tempo: 32 Orlando Gaona, 26 Mario Saldívar, Roberto Fernandez e 14 Rodrigo Fernandez; 4 Miguel Benítez, 10 Alberto Contrera, 22 Rodney Redes, 28 Marcelo González, 16 Wilson Leiva e 11 Epifanio García.

FICHA TÉCNICA ATHLETICO 3 X 0 GUARANÍ XXXXXXXXXX

GOLS: Marco Ruben aos 4' e aos 28’ do 1ºT e Marcelo Cirino aos 25’ do 2ºT (Athletico). 
CA: Luis De la Cruz e Rodrigo Fernandéz (Guaraní). 
ARBITRAGEM: Luiz Alexandre Fernandes. 
ASSISTENTES: Weber Felipe Silva (1) e Daniel Cotrim de Carvalho (2). 
LOCAL: Estádio Joaquim Américo Guimarães.
drap

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