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Atlético empata sem gols com o Foz e garante a liderança geral da Taça Dionísio FIlho

Foto: Dudu Nobre / Agência DRAP
Na noite fria de Cinzas na capital paranaense, o Atlético recebeu o Foz na Arena da Baixada, pela última rodada da Taça Dionísio Filho. O embate colocou frente a frente os líderes de cada grupo. O Furacão já estava classificando e por isto jogou com um time alternativo do alternativo, enquanto o Foz buscava confirmar a classificação e, em caso de vitória, chegar ao primeiro lugar geral do torneio. Só que dentro de campo as expectativas não se atingiram, o jogo foi marcado por nervosismo e poucas chances, se encerrando sem a rede balançar. Agora ambos os times vão jogar as semifinais em seus mandos, podendo se encontrar na final. 

#PARANAENSE 2018
Por Gabriel Sawaf

PRÉ-JOGO – Na última rodada da Taça Dionísio Filhou ficou de acontecer o encontro dos líderes de cada grupo. O Atlético entrou já classificado e buscando manter a invencibilidade dentro da competição, e querendo a liderança geral para conseguir chegar até a final em casa. O técnico Tiago Nunes optou por colocar jogadores “reservas” do time alternativo para o embate de cinzas, sendo só Yago, Giovany e Ederson atletas que atuaram com mais frequência no certame, o que não atraiu muitos torcedores à Arena da Baixada. O Foz chegava com a liderança do Grupo A, somando 11 pontos, e precisando apenas de um empate para garantir uma história classificação para as semifinais. O Azulão trouxe um tabu para a capital: desde quando subiu, em 2015, o Azulão da Fronteira não foi derrotado diante o Furacão. Foram três jogos, com dois triunfos e um empate.

PRIMEIRO TEMPO -  O jogo começou com o Foz tentando ir para frente, buscando o ataque desde a saída de jogo. Já os atletas atleticanos tentavam dar conta do recado, já que muitos tinham sua primeira chance em um jogo profissional na temporada. Aos quatro minutos houve até um princípio de confusão envolvendo o lateral Nicolas, que o arbitro deixou só no papo. Sabendo que o Furacão iria jogar tentando trabalhar a bola desde o campo de defesa, como manda a cartilha de Felipe Diniz, o Azulão apertou a marcação no seu campo de ataque, o que gerou muitos erros de passes do adversário. Só que aos poucos o Rubro Negro conseguiu dominar mais a bola e foi chegando no seu campo de ataque. Aos 12’ a primeira chegada perigosa foi com os pés de Giovany. O meia aproveitou uma saída errada do escrete da Fronteira, avançou pela intermediária e chutou rasteiro para fora.

O nível do jogo caiu bastante com o decorrer do tempo. Muitos erros de passes e precipitações provocadas por nervosismo. O Atlético seguiu com mais posse de bola, mas não conseguia colocar isto em prática. Aos 25’ Guilherme avançou pela meia cancha e soltou uma bomba, que parou em firme defesa de Júlio Cesar. Aos 29’ o Foz chegou perto da rede pela primeira vez. Anderson Tasca cobrou falta da direita na cabeça de Leandro Silva, o zagueiro testou firme e o estreante Caio fez uma bela defesa de mão trocada.

Os erros se mantiveram até o fim da primeira etapa, que não teve mais muitas emoções, com os times indo para o vestiário com o placar zerado.


Partida não teve muitas oportunidades de gol (Foto: Dudu Nobre / Agência DRAP)
SEGUNDO TEMPO – O Atlético voltou mais animado para a etapa complementar. No primeiro minuto Guilherme arriscou de longe e o goleiro Julio Cesar espalmou de forma esquisita para fora. Dois minutos depois Nicolas bateu escanteio, a bola cruzou na área e encontrou Ederson, que pegou de primeira e chutou forte para fora. Apesar do bom início atleticano, o jogo caiu muito de nível, com vários erros. Chances reais só voltaram a aparecer aos 15’. Giovany lançou Ederson na cara do gol, o atacante tentou deslocar Júlio Cesar, mas o goleiro foi bem e defendeu a chegada rubro negra.

Tentando reerguer a partida, os treinadores alteraram suas equipes. Tiago Nunes colocou Vitinho no lugar de Ederson e Alan Aal colocou Mathiola na vaga de Douglas. As mudanças não mudaram muito a partida, que só voltou a ter uma chance de perigo aos 24’, em chute de Maycon Canário, que parou em defesa tranquila de Caio. Logo depois foi a vez de Tiago Nunes incendiar a partida colocando João Pedro no lugar de Yago.

O resultado beneficiava os times, com o Foz segurando ainda mais o jogo. O Atlético chegou novamente aos 37’ em chegada de Vitinho, que veio da esquerda, puxou para o meio e chutou por cima do gol. Querendo segurar ainda mais o jogo, Alan Aal queimou as duas alterações de uma só vez, colocando Luiz Beltrame e Marcelo Soares no lugar de Anderson Tasca e Raphael Alemão, respectivamente. Sem mais chances, a partida ficou sem gols mesmos, mantendo ambas as equipes na liderança de cada grupo.

Com a liderança assegurada os dois escretes vão jogar a semifinal em casa. O Atlético receberá o Rio Branco, enquanto o Foz do Iguaçu jogará em casa diante o Coritiba.

OS ESCRETES XXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXX

ATLÉTICO: 1. Caio; 2. Diego, 3. Daniel, 4. Léo Pereira e 6. Nicolas; 5. Pierre, 8. Guilherme e 10. Giovany; 7. Felipe Dorta, 11. Yago (16. João Pedro) e 9. Ederson (17. Vitinho). Técnico: Tiago Nunes.

FOZ DO IGUAÇU: 1. Julio Cesar; 2. Paulinho, 3. Alex Maranhão, 4. Leandro Silva e 6. Anderson Tasca (15. Luiz Beltrame); 5. Maycon Canário, 7. André Oliveira, 8. Matheus Olavo e 10. Douglas (17. Mathiola); 9. Luccas Brasil e 11. Raphael Alemão (18. Marcelo Soares). Técnico: Alan Aal.

FICHA TÉCNICA – ATLÉTICO 0 X 0 FOZ DO IGUAÇU XXXXXXXXXXXXXXX

ARBITRAGEM: Anderson Iraci Guimarães.
ASSISTENTES: Diogo Morais (1) e Daniel Carvalho (2).
CARTÕES AMARELOS: Daniel e João Pedro (Atlético); Anderson Tasca e Luccas Brasil (Foz).



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