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Cara “nova”, objetivos antigos



O Cascavel CR chega a 2018 de cara nova, ou melhor, reestruturada. O clube voltou a usar o antigo escudo que o consagrou na elite do futebol paranaense na década passada. O foco continua sendo o retorno do Tricolor para a primeira divisão, que foi intensificado após a campanha razoável do ano passado.

#ACESSO 2018
Por Gabriel Sawaf

Em sua terceira participação seguida, a Serpente d’Oeste busca se reafirmar de vez. Nas duas últimas edições o Tricolor acabou na 6ª e na 7ª colocação, escapando do rebaixamento por um ponto em 2017. Na segunda fase, o sonho de voltar à elite foi derrubado por Prudentópolis, em 2016, e ano passado por Maringá e Paranavaí, sendo o CCR a principal pedra no caminho que impediu o retorno do Vermelhinho para a primeira divisão.

Para o ano de 2018 a Serpente vem com a novidade do retorno do escudo oriundo da fusão entre Sorec e Cascavel SA, no começo do milênio, que herdou a vitoriosa década de 80, que teve o título paranaense inclusive. O Cascavel CR busca recuperar o prestígio dentro da cidade, já que com sua queda o FC Cascavel alcançou estabilidade representando a cidade da elite do futebol paranaense, o que motiva ainda mais a serpente.

Para tentar buscar o retorno à elite, o Cascavel CR mantém o trabalho que foi estabelecido desde a reativação do clube, em 2014: formação. O plantel que irá defender as cores tricolores em 2018 é formado por muitas pratas da casa, que atuaram no Sub 19 ano passado, e atletas que são remanescentes do time que chegou até a segunda fase da Segundona de 2017. No grupo, o clima é de confiança para atingir o acesso, passando um degrau de cada vez. Fora de campo, uma parceria que não é muito comum dentro das canchas. A torcida Serpente Tricolor, organizada da equipe, vendeu kits para juntar verbas para a equipe, e terá sua “marca” estampada do uniforme do CCR.

Na preparação o Tricolor fez dois testes com equipes reservas da elite do estadual. Primeiro contra o Toledo, em um empate sem gols. Depois diante o Foz, com placar igual de dois gols para cada. Dentre os destaques do time, o escrete do Cascavel CR tem o arqueiro Eneas, que teve ótima passagem em, em que defendeu três pênaltis. Ou seja, o camisa 1 da serpente dá muita segurança embaixo das traves. O goleiro do Tricolor ficou para 2018 e é uma das esperanças da equipe do oeste para fazer uma boa campanha e rumar o acesso na atual temporada.

O comandante da Serpente é Agenor Piccinin. Nada melhor para um grupo de garotos que alguém que conheça bem as quatro linhas para os ajudar a amadurecer. Só que no CCR o reforço fica na área técnica, com muita fama e prestígio no interior do sul do país. Piccinin coleciona diversas passagens por equipes do interior de Santa Catarina e Rio Grande do Sul, tendo conquistado um título catarinense pela Chapecoense em 2007. No Paraná já comandou Arapongas e Toledo, tendo participado da campanha que levou o Arapongão de volta a elite em 2009. Na Serpente o objetivo é o mesmo, com um toque de juventude e de experiência.



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