O último passo para o acesso à elite do futebol amador de Curitiba acontece neste sábado


No último sábado (26), a Divisão de Acesso da Suburbana 2016 iniciou os embates da fase semifinal do certame. Com os resultados, a equipe do Vila Sandra foi a única a conseguir a vantagem do empate para o segundo confronto. Diferente de Fortaleza, Bangú e Palmeirinha, que necessitam da vitória para garantir o acesso a elite do futebol do amador.

#PRÉ-JOGO
Por Rafael Buiar

No clássico da zona oeste, a equipe alvinegra conseguiu sair com vantagem para o confronto em casa. Agora o time do Vila Sandra só precisa de um empate para seguir na competição e consequentemente o acesso. Enquanto que o time do Fortaleza terá que vencer pelo menos duas vezes para estar na finalíssima da Série B. A primeira vitória tem que ser no tempo normal por qualquer placar e depois nas penalidades. Fato que aconteceu com o escrete do Vila Sandra na fase anterior.

Dos oito confrontos do Vila Sandra no Estádio Ozório Claudino de Barros, a equipe comandada por Marcos Franco venceu sete vezes e empatou uma. Mas o que destaca o futebol da equipe do Vila Sandra é a quantidade de gols marcados em casa. Ao todo, o time alvinegro marcou 30 vezes e sofreu apenas seis gols em casa. Um pouco diferente do rival, a equipe do Fortaleza oscilou bastante no campeonato, principalmente, fora de casa. Em oito embates, o tricolor do Gabineto venceu apenas três vezes e perdeu cinco. Mas no último embate, em que o Fortaleza saiu de casa, o escrete comandado por Vilmar Assunção conseguiu o triunfo diante o Vila Hauer e, consequentemente, a classificação.


Na outra chave, o equilíbrio é um pouco maior. Não é à toa que o primeiro embate da semifinal entre Palmeirinha e Bangú terminou empatado em 1 a 1, no Estádio Elba de Pádua Lima. O escreste do Bangú, que terminou a primeira-fase na ponta do certame, passou por apuros no último embate dentro de casa, já que o Vasco ganhou e levou o confronto para as penalidades. Por isso, a equipe do Bangú optou por jogar no Estádio Monte Bérico em vez do Estádio Octávio Silvio Nicco, diante o Palmeirinha.

O time do Bangú jogou oito vezes em casa neste ano, venceu quatro, empatou uma e perdeu três. Nos confrontos em casa, a equipe comandada por Jefersson Silveira marcou 22 gols e sofreu 13. Números que não fogem muito em relação ao escrete do Palmeirinha, quando fala em jogar fora do Estádio Elba de Pádua Lima. A equipe do Tatuquara jogou sete vezes fora de casa, ganhou três, empatou uma e perdeu três.

Para Bangú ou Palmeirinha garantir a classificação, uma delas precisam vencer por qualquer resultado. Caso aconteça novo empate, a decisão será definida nas penalidades.

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