Bruno, o destaque da partida entre Bangu e Trieste


Bangu e Trieste fizeram um jogo movimentado no último dia29, em um primeiro tempo cheio de gols e uma segunda etapa menos movimentada nos setores ofensivos. Com quatro gols no jogo, é normal observar a linha de frente dos escretes. E é no rubro negro que está o destaque dessa semana.
Por Dudu Nobre

O Bangu pisou no gramado do Francisco Thiago da Costa empatado com o Nova Orleans como o pior ataque da Suburbana: apenas cinco gols em oito jogos. E a perspectiva não era boa, visto que o Trieste havia sofrido apenas seis gols. Para furar esse bloqueio, só um centroavante com faro de gol. Esse homem gol se chama Bruno na equipe banguense.

Aos 10’ ele não foi egoísta. Lançamento preciso para Fábio que, livre, serviu Paulinho e daí pra rede. Mas a pintura veio aos 27’. A bola veio na entrada da área e Bruno soltou uma paulada do meio da rua para colocar o rubro negro na frente de novo. O Bangu não segurou a vantagem, mas o nove ajudou seu clube a conseguir um ponto na luta contra a ZR.

Os versos da Banda Calote aqui transcritos são uma homenagem a Bruno e a todos os goleadores da Suburbana, aos donos da grande área que balançam a torcida nas tardes de sábado.
“Mas pode ser de bico, pode ser de calcanhar, não importa como eu quero vera rede balançar. E o perigo levanta a galera, cruza na área pro meu centroavante que já era. É o seu ofício o sacrifício do adversário, e o marcador “bem feito!” com cara de otário! Hoje o meu time deu um chocolate no rival, agora é festa, é samba, é cerva, é carnaval!”
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