1, 2, 3... é UNO outra vez?


A equipe do Nova Orleans, em partida válida pela 2ª partida da final da Suburbana 2014, foi até o Estádio Bôrtolo Gava e derrotou a equipe do Operário Pilarzinho. Resultado que leva à terceira partida, para ver quem será o campeão da temporada.  Em campo, o UNO foi mais centrado e determinado. Com isso, a marcação em pressão e a gana de vencer foram fatores determinantes para derrotar em 3 a 0 a equipe do Pilarzinho, que pouco pode fazer.

Por Rafael Buiar

A primeira partida da final da Suburbana 2014, que ocorreu no Estádio José Drula Sobrinho no sábado (6)passado, foi de resultado justo para a equipe do Operário Pilarzinho que foi centrada e mais objetiva que o UNO. Características que a torcida e quase todos que estavam presentes no Bôrtolo Gava neste último sábado (13) esperavam. Mas o futebol é o esporte mais apaixonante por isso, pois o esperado não aconteceu. Sendo assim, a equipe que teve uma retaguarda consciente e eficaz na primeira partida não foi capaz de parar um dos principais articuladores da equipe visitante, o volante Juliano e o camisa 10, Giovani e com isso sofreu o revés de 3 a 0. Resultado que obrigou uma terceira partida para decidir quem será o campeão de 2014.

O jogo - Com bola rolando, a equipe visitante entrou com muita vontade e, claro, com fome de gol. Precisando do placar, o UNO imprimiu logo uma marcação em pressão no time da casa. Sendo assim, as principais jogadas do princípio do jogo ocorreram nos flancos do campo. Mesmo assim, a Camisa 12, em excelente público fez o seu papel. Porém, essa força de fora não foi o suficiente para eliminar a pressão do Verdão da Zona Oeste. Em aproximadamente 20’, a equipe do Nova Orleans não levou sequer um perigo de gol. Sinal que o trabalho realizado durante a semana deu resultado.

Passado os 20’, o time da casa acordou e melhorou o seu posicionamento no meio do campo. Destaque para o volante Molão, que deu mais consistência para o time da casa. O camisa 8 do Pilarzinho foi quem mais criou e arrematou no gol até este período da partida. Do outro lado, outro camisa 8 começou a aparecer dentro das quatro linha. Juliano, que também brilhou em outra partidas, apresentou um futebol alegre e, consequentemente, animou a equipe visitante. A primeira jogada de perigo teve a sua participação. O volante de contenção , Peteka, aliviou da zaga, mas a bola acabou caindo nos pés de Juliano que na sequência passou para o lateral Victor que cruzou para Igor chutar na trave aos 35’.

Lance que acordou o Nova Orleans e apavorou o time da casa, já que minutos depois o Juliano abriu o placar. Em jogada da esquerda da para direita, Giovani cruzou para Buiu que ajustou para o camisa 8, Juliano, encher o pé na bola e colocar no cantinho de Jura aos 38 da primeira etapa. Depois do gol, o embate seguiu calmo até o apito final do primeiro tempo do árbitro, Selmo Pedro Dos Anjos Neto.

Segundo tempo A equipe da casa voltou melhor. O treinador Petterson Freita percebeu que o seu time não estava bem na primeira etapa. Sendo assim, o comandante promoveu duas alterações na equipe. Troca-Troca que deixou o time do Pilarzinho mais ofensivo. A primeira oportunidade foi com William Pablo, que arrematou de fora da área mas sem força para superar o goleiro Rogério do UNO.  Porém, com quase todos jogadores no ataque, a equipe do Pilarzinho ficou exposta para o contra-ataque. Não deu outra, aos 30’, Igor puxou em velocidade o contra golpe do UNO e o camisa 9 tocou na medida para Vinicius que estava livre. Mas no domínio de bola, William Pablo derrubou sutilmente Vinicius dentro da área. O árbitro, que estava a poucos metros do lance, não titubeou e sem reclamação do time do Pilarzinho assinalou pênalti.


A cobrança do penal foi concebida para Juliano, talvez fosse um sincero reconhecimento da equipe ao camisa 8 do UNO pela extrema dedicação ao time alviverde na temporada. Não deu outra, Juliano concretiza o segundo gol do Nova Orleans aos 30’ e a resposta do reconhecimento é declarada com lagrimas. Gol que aliviou o time visitante e fez o Operário sentir e 'entregar os bets'. Mesmo assim, o Nova Orleans não tirou o pé, continuou a pressionar nos contra-ataques e jogando inteligente. Assim, minutos depois do segundo gol, Vinicius desceu pelo corredor da esquerda e passou para Victor, a revelação do campeonato, concluir e deixar ainda mais em êxtase o presidente Mário Luiz Lipinski, que estava no meio da galera do UNO comemorando o terceiro gol do Nova Orleans.

Após o terceiro gol do time alviverde, ambas as equipes tiveram poucos lances para mudar o placar. Com isso, o embate prosseguiu até os 47’ em 3 a 0 para o time do Nova Orleans que com esse resultado forçou o terceiro confronto da final.



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