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GRECAL faz péssima campanha na Terceirona, mas revela atletas para o futuro


Nesta temporada o GRECAL não empolgou nenhum campo-larguense na disputa por uma vaga na Divisão de Acesso do estadual. Se os números do Azulão foram pífios na Terceirona, fica o alento do clube ter revelado alguns jogadores de qualidade que, se trabalhados corretamente, podem render frutos futuramente - tanto na parte financeira quanto dentro de campo.
  
#RETROSPECTIVA2017

O Azulão é o time profissional que, timidamente, conseguiu ter o maior carinho com a população de Campo Largo, principalmente quando conquistou o acesso à Segundona em 2011. As coisas desandaram e a equipe voltou para a Terceirona logo na temporada seguinte. O clube nunca mais voltou a chegar perto do que fez a cerca de seis anos, mas deu sinais de uma possível melhora em 2016, quando encerrou a Terceirona com 11 pontos. Nas vezes anteriores, a pontuação tinha ficado em cinco e um ponto.

Isto fez com houvesse uma expectativa para um possível crescimento do desempenho do time de Campo Largo. Para esta temporada um reforço: o clube presente em todas as competições de base. Embora tenha sido “saco de pancadas” em todos os níveis, o que se destacava era a presença de um projeto. Para a chegada da Terceirona foi anunciado o treinador Plínio Carioca, que possui várias passagens por clubes do Nordeste e em 2016 esteve à frente do Batel. No campo, a ideia era utilizar os jogadores do Sub-19 mesclados com atletas novos, porém rodados, do interior do país.


Dentro de campo a equipe mostrava ter muita intensidade e possibilidades de criação, mas, por ser uma equipe jovem, pecava muito no descontrole e na falta de maturidade de seus atletas. Não era raro de se ouvir lamentos de que uma derrota veio por erro de algum atleta aqui ou da falta de definição ali. O que ficou evidente é que faltou experiência no GRECAL. Logo na 3ª rodada houve uma troca no comando, com Plínio Carioca sendo “rebaixado” à auxiliar técnico e a chegada de Marcos Melo para ser o treineiro, posição que já havia exercido em 2016.

A troca de comando não surtiu tanto efeito assim e os lamentos continuavam, principalmente por conta de contusões. Como os atletas vieram direto do Sub 19 e enfrentaram uma maratona de jogos, o corpo não aguentou, e muitos dos jovens jogadores não conseguiram chegar até o final da competição. No fim, apenas uma vitória diante o União Nova Fátima, que foi o lanterna da competição, e três pontos na tabela.


Se as coisas poderiam ser piores na tabela, dentro de campo também poderiam ser, mas o propósito do Azulão de lançar novos jogadores no mercado foi atingido. Durante a campanha do GRECAL, não houve quem passou pelo Atílio Gionedis e deixou de enaltecer as grandes defesas feitas por Lilo Willian, que foi o destaque campo-larguense no torneio. Além do arqueiro, outros atletas chamaram atenção, como o zagueiro Pavelski (artilheiro do time) e o meia Wende, que possui uma grande habilidade pelo lado esquerdo.

Agora o GRECAL aguarda o segundo semestre de 2018 para voltar aos gramados e tentar mostrar para o cenário futebolístico que ainda tem lenha para queimar nos gramados paranaenses e tentar cativar um pouco a população de Campo Largo. 
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