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Em ano cheio de grandes expectativas, Atlético decepciona seu torcedor


O Atlético Paranaense entrou na temporada de 2017 com muita expectativa de conquistar títulos. O sexto lugar no Campeonato Brasileiro do ano anterior rendeu uma vaga na fase preliminar da Copa Libertadores da América e de quebra uma vaga direta na fase de oitavas de final da Copa do Brasil.


#RETROSPECTIVA 2017

Com os grandes atrativos a serem disputados na temporada, a diretoria prometeu maiores investimentos no futebol do clube. Chegaram reforços como Grafite, Carlos Alberto, Felipe Gedoz, Jonathan. Atletas experientes para encarar as pedreiras da competição mais difícil da América.

O inicio do ano começou agitado no CT do Caju, o Campeonato Paranaense e a fase preliminar da Copa Libertadores começaram muito próximos. Com isso, uma equipe alternativa começou a disputa do campeonato estadual, enquanto a maioria dos titulares se preparava para o primeiro confronto da Pré-Libertadores.

As fases preliminares da Copa Libertadores foram de grande emoção para o torcedor Rubro-negro. Mesmo com sofrimento a equipe conseguiu passar por Millionarios (Colômbia) e Deportivo Capiatá (Paraguai) para ingressar na fase de grupos do maior torneio do continente.


Na disputa do campeonato estadual a equipe alternativa teve uma campanha irregular, conseguindo a classificação para as quartas de final apenas com o 7° lugar na primeira fase. Porém, com o fim da fase preliminar da Libertadores, o grupo se reforçou e conseguiu chegar na final do campeonato contra o maior rival, Coritiba. Nas finais, que tiveram a grande novidade de serem transmitidas via Youtube, o Verdão foi dominante e conquistou o estadual para frustração da torcida atleticana.

Para nervosismo da nação rubro-negra, o Furacão caiu no grupo da morte da Libertadores 2017, junto de Flamengo, San Lorenzo (Argentina) e Universidad Católica (Chile). Em duelos recheados de emoções, o Atlético teve um desempenho mediano e, em uma partida decidida nos detalhes contra a equipe chilena, carimbou o passaporte para as oitavas de final do torneio continental.

O início do Campeonato Brasileiro foi decepcionante, foram seis partidas até conquistar a primeira vitória. A partir dali o Furacão iria ver seu projeto de um ano de sucesso se despedaçar.


A segunda metade do ano começou com grandes duelos para o Atlético. Além da sequência do Brasileirão, o Atlético começava a disputa das oitavas de final da Copa do Brasil e da Libertadores.

Mas algumas mudanças no comando técnico abalaram o ambiente no Furacão. Paulo Autuori assumiu o cargo de Gerente de Futebol, Eduardo Baptista foi contratado para ser o técnico da equipe, mas durou apenas 13 partidas e cedeu o lugar a Fabiano Soares, que vinha de uma experiência do futebol português.

No torneio nacional, enfrentou o frágil Santa Cruz e conquistou a classificação para as quartas de final. Já na Libertadores, o sorteio colocou o Santos no caminho do Atlético. A partida de ida contra o Peixe foi disputada na Vila Capanema, devido ao Torneio Mundial de Vôlei que seria disputada na Arena da Baixada. O Furacão sentiu a troca de estádios e teve uma atuação abaixo da média naquela derrota por 2x3 para os paulistas.

A volta em Santos reservou grandes emoções ao torcedor atleticano. A equipe paranaense pressionou durante os 90 minutos, mas uma atuação de gala do goleiro Vanderlei evitou que o Atlético revertesse o placar, culminando com a eliminação da Libertadores. Na Copa do Brasil, outra decepção: Nas quartas de finais a equipe foi eliminada com facilidade pelo Grêmio.


Com as duas competições principais fora do calendário atleticano, atletas como Carlos Alberto e Grafite, que não trouxeram o resultado técnico esperado, foram dispensados. Restou ao Furacão usar todas as forças no Campeonato Nacional.

A sequência do Brasileirão, foi de um Atlético desmotivado e pouco empolgante para seu torcedor. O ano acabou com uma campanha decepcionante no Brasileiro, ficando com a 11° colocação.

Um dos grandes fatores para o ano do Atlético ter sido decepcionante foi o fraco desempenho dentro da Arena. No ano anterior a equipe teve o melhor desempenho como mandante entre os 20 times da Série A. Em 2017, a equipe ficou com a 13° melhor campanha como mandante.

O afastamento da torcida, as eliminações da Libertadores e Copa do Brasil e a campanha mediana no Campeonato Brasileiro, transformaram o ano cheio de expectativas boas em decepção ao torcedor atleticano.


CATEGORIAS DE BASE – O ano no profissional pode não ter sido dos melhores para o Clube Atlético Paranaense. Mas os meninos que representam a equipe nas categorias de base mostraram resultado vencendo os campeonatos estaduais na categoria Sub-15 e Sub-17 e podem ajudar o profissional a ter um 2018 mais próspero e com títulos.
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